Esse desafio é muito importante e perpassa certo caráter de uma deontologia punitivista. Instituições federais ligadas à tecnologia confundem muito rigor acadêmico e qualidade intelectual com regras rígidas e avaliações punitivistas e com aparência defidedignidade e eficácia.
Esse mal deveria ser cortado pela raiz: minimizar o ingrediente meramente técnico e essas aparências de fidedignidade por tras de uma intervenção que abre a possibilidade do punitivismo, e fortalecer o caráter do que há de acadêmico e científico.
Como fazer isso? Abrandando esses critérios de avaliação via formulário (para que componham estatísticas gerais, mais que individuais; para que não sejam determinantes na avaliaçao individual, e sim apenas mais um componente dentre outros, pois toda avaliação desse tipo é parcial e tem viés; para que não componham critérios de progressao funcional, pois alem disso ser dispensadopelo MEC, reforça o punitivismo).
Avaliaçoes por questionario jamais deveriam compor julgamentos determinantes, e sim ser apenas mais um ponto numa curva e serem encaradas como tais).