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# Morality and Technology - The End of the Means

Bruno Latour,

IT IS readily admitted that although human beings pose themselves moral
problems concerning technologies (Should or should we not introduce in
Europe genetically modified organisms? Must we dispose of the waste
from the nuclear industry in deep or surface silos?) the objects in them-
selves do not have a moral dimension. Such is the current view of a large
number of sociologists (Collins and Kusch, 1998). Technologies belong to
the realm of means and morality to the realm of ends, even though, as
Jacques Ellul declared a long time ago, some technologies end up invading
the whole horizon of ends by setting up their own laws, by becoming ‘auto-
nomous’ and no longer merely automatic. Even in this extreme case, it is
maintained, there is no other resource for human beings than to disengage
from this domination by technologies, a domination that is all the more
perverse for not imposing the law of a master but that of an emancipated
slave who does not have the least idea about the moral goals proper to
humankind. We know about the advantage that Heideggerians have drawn
from the idea of a technology that could not be tamed since it was itself
pure mastery without a master (Zimmerman, 1990). To become moral and
human once again, it seems we must always tear ourselves away from instru-
mentality, reaffirm the sovereignty of ends, rediscover Being; in short, we
must bind back the hound of technology to its cage.

bruno-latour.fr/sites/default/

# Les premières étapes de la philosophie biologique.

 Pierre-Maxime Schuhl.

Revue d'histoire des sciences  Année 1952

persee.fr/doc/rhs_0048-7996_19

# Indução e filosofia da ciência

Stephen Law

O filósofo do século XVIII David argumentou que apesar de supormos que aquilo que observámos até hoje confirma as nossas teorias científicas, tais observações não fornecem de facto qualquer confirmação. Se Hume tiver razão, todas as teorias, quer a teoria de que a Terra gira em torno do Sol, quer a teoria de que o núcleo da Terra é feito de queijo, são igualmente racionais. O problema que Hume levanta é conhecido como o “problema da indução”. Trata-se de um problema que numerosos pensadores na filosofia tentaram enfrentar.

criticanarede.com/fildaciencia

# Descartes e a Técnica

Georges

A atividade técnica é um simples prolongamento do conhecimento objetivo, como tornou-se comum pensá-la a partir da filosofia positivista, ou é ela a expressão de um "poder" proginal, fundamentalmente criador e para o qual a ciência elaboraria, algumas vezes posteriormente um programa de desenvolvimento ou um código de precauções? A cartesiana parece ter abordado frontalmente este importante problema e ter considerado, mais do que se crê normalmente, a relação da teoria e da prática de uma maneira ampla e nuançada. Tem-se o direito, portanto, de pensar que a reflexão sobre a significação da é central no sistema cartesiano.


doi.org/10.1590/S0101-31731982

# O MECANISMO E AS BASES INTELECTUAIS DA REVOLUÇÃO INDUSTRIAL INGLESA

Luiz Carlos Soares

Neste artigo, pretende-se relacionar o processo de emergência da
Revolução Industrial inglesa ao desenvolvimento de uma concepção
filosófico-científica Mecanicista, consagrada pela Física Newtoniana
e pela Ilustração no século XVIII, que concebiam a Natureza, o Mundo,
e o Universo a partir de uma ordem mecânica objetiva e exterior ao
Homem. No decorrer do século XX, a ampla divulgação do
Mecanicismo possibilitou que essa concepção se tornasse uma das
poderosas alavancas intelectuais da grande transformação técnicoprodutiva
e social que se verificou na Inglaterra a partir dos anos
1780 a Revolução Industrial.

dx.doi.org/10.5380/re.v27i0.19

Editar DNA é ético? Basta pensar em quem quer e para que propósito. E quais são as consequências de formatar o futuro sob o ponto de vista de certas figuras presentes.

Nessas horas a única imagem compatível vem da ficção científica: o enredo de Resident Evil, excluindo os zumbis, trata exatamente disso.

@botPIGciencia mastodon.world/@botPIGciencia/

# Epistemologia

Grayling, A. C.

Traduzido de Grayling, A C. Epistemology. Bunnin and others (editors); The Blackwell Companhion to Philosophy. Cambridge, Massachusetts: Blackwell Publishers Ltd, 1996. (Trad. Paulo Ghiraldelli Jr.)

educadores.diaadia.pr.gov.br/a

Hans Jonas profetizando a vinda de Elon Musk e outros nos anos 1960-80 (trecho de *Por que a técnica moderna é objeto da Filosofia*, em *Tecnica, Medicina e Etica*, p. 40)

# Etica e Cidadania, Uma Visao Sobre Ciencia, Tecnologia e Sociedade nos Cursos de Engenharia

Tatiana Comiotto Menestrina, Susana Claudino Barbosa, Fabricio Gabriel Mota3

Este artigo aborda uma analise a respeito das questoes eticas que envolvem os Engenheiros, assim como relação de Ciencia, Tecnologia e Sociedade (CTS) e a mesma na formaçao deste profissional. A finalidade é de fornecer subsidios para o aperfeiçoamento do Superior como lugar de profissionalizaçao, comprometido com a construçao de conhecimentos socialmente significativos. Este trabalho destina-se a
todos aqueles que se preocupam com temáticas cientıficas e tecnologicas direcionadas para o atendimento as demandas sociais e para todos responsaveis pela elaboraçao e implementaçao de políticas e diretrizes institucionais voltadas aos cursos de graduaçao em Engenharia. Realizou-se uma pesquisa bibliografica e a metodologia atraves de artigos, teses, dissertaçoes e legislaçao vigente. Percebeu-se, que é essencial colocar em pratica as questoes eticas relacionadas a e que seria interessante o desenvolvimento pesquisas a verificaçao da forma que estas ações estão realmente sendo realizada pelos Engenheiros e academicos de .

revistas.ufg.br/ijaeedu/articl

# Ciência-Tecnologia-Sociedade: um compromisso ético

João Praia, António Cachapuz

O artigo pretende fazer uma reflexão em torno do que designamos "um novo olhar sobre a ", evidenciando exigências das sociedades contemporâneas que se destacam pelos seus desenvolvimentos científico-tecnológicos nas suas dimensões humana, social, cultural e económica. Procura-se romper com a separação artificial entre ciência e , assim como com o fosso entre estas duas culturas. Fala-se sobre a trilogia como um compromisso ético, que obriga a uma intervenção social, marcada por um saber que prepara para uma cidadania responsável e para a tomada de decisões. A não termos em conta tal compromisso a Ciência pode tornar-se vítima do seu próprio desenvolvimento. Abordamos três posicionamentos historicamente dominantes sobre a Ciência/Tecnologia, incluindo a posição da Declaração da Conferência Mundial sobre a Ciência para o séc. XXI: um novo compromisso (UNESCO).

scielo.org.ar/scielo.php?scrip

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