Ernst Mach, plagiando Gustav Fechner:
"A coisa é um símbolo mental para um complexo de sensações de uma estabilidade relativa"
Hermann Ebbinghaus, comentando em 1908 sobre a proliferação da Psicologia no ocidente:
"Primeiro em longos intervalos, então em rápida sucessão, numerosas revistas puramente psicológicas tem sido fundadas nos principais países civilizados"
É aquela dosezinha básica de eurocentrismo colonialista na veia
(EBBINGHAUS, Hermann. Psychology - an elementary text-book. Boston: D. C. Heath & Co., 1908, p. 25)
O início da publicidade dos psicofármacos: para controlar mulheres agitadas, donas de casa inquietas, mulheres ressentidas na menopausa, crianças que dão trabalho e idosos desafiadores.
Para deixar todo mundo quietinho, pianinho.
Another text on Charcot and Brouillet's painting: La Salpêtrière - Fact, fiction and speculation about Blanche Wittmann
https://theclassicphotomag.com/la-salpetriere-fact-fiction-and-speculation-about-blanche-wittmann/
Article sur le tableau "Une leçon clinique à la Salpêtrière", de André Brouillet, où Charcot donne ses leçons sur les histériques.
A história da psiquiatria e seus legados e curiosidades. Em 1900, Moebius publicou *Über den physiologischen Schwachsinn des Weibes* (Sobre a inferioridade mental da mulher). Não faz tanto tempo...
https://scientificusblogpt.wordpress.com/2017/03/11/a-inferioridade-mental-da-mulher/
Um #filme que sempre me marcou é *Sete Anos no Tibet*, de Jean-Jacques Annaud. Da história real à adaptação à fotografia e trilha sonora.
Sempre me emociono. Uma história de como a vida dilapida qualquer ego, deixando apenas a angústia e as resoluções existenciais, que são nosso traço mais profundo.
Há o livro de Heinrich Harrer, mas não só: Peter Aufschnaiter também escreveu um livro, menos conhecido, intitulado *Oito Anos no Tibet*.
Nos anos 1970 estávamos em plena era da revolução sexual, e nessa época #Foucault começou a publicar 3 estudos sobre a história da sexualidade. O lema, nessa época, era o da liberação sexual, do prazer liberado de qualquer grilhão, do sexo sem culpa.
E Foucault, já no vol. I da Historia da sexualidade, tentava dizer "cuidado aí, não é bem assim": no chão desse protagonismo e bom-mocismo contra a repressão do sexo, será que não passam mecanismos de poder que as pessoas simplesmente desconsideram, mas que igualmente as governam? Ao focar a crítica no caráter simplesmente repressivo sobre o sexo, não estaríamos fechando os olhos para mecanismos ainda mais insidiosos, que fazem o sexo falar ao invés de calar, se proliferar em inúmeras formas ao invés de parar, e ser em todas essas formas inteiramente regulado, tanto nos aspectos individuais quanto coletivos?
É certo que mecanismos de repressão existem e precisam ser localizados e combatidos. Mas Foucault deu vários passos a mais e ensinou que é importante desconfiar de qualquer bom-mocismo que transforma alguém em automático protagonista da História, arrastando consigo as consciências ignorantes. Esses apenas reiteram mecanismos que caberia a eles mesmos criticar.
Not every master is exactly that one that we imagine. An historical mistake surrounding a photo atributed to "Cartier-Bresson", but made by Rui Palha.
#fotografia
Genial #fotografia #photography
Judith Crispin Hsien-Ku photos
Interesses: História da #Filosofia, História das #CiênciasHumanas, História da #Psicologia, Michel #Foucault. Também por #arte, #natureza e #fotografia.
Posto: o que vejo diante dos olhos, nessa curta vida. Compartilho links e coisas que me interessam, interajo, guardo informações, cito trechos, conjecturo, separo coisas para ler...
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