Juro que tento, mas não consigo ver em Christophe Dejours mais do que um intelectual cheio de boas intenções e algumas intuições, mas que escreve raso e mal e tem conceitos fracos #prontofalei
Os jovens de hoje vivem na era digital, e talvez por isso se prendem, na maior má-fé sartreana, em avatares.
Vai da auto-limitação via diagnósticos até qualquer tipo de identidade ou trejeito à escolha.
E ai de você se, você também, não se reduzir a alguma chave de leitura, e bem fácil de preferência.
Durante a pandemia #silentsunday #photography #photographersonmastodon #streetphotography #askesisphoto
Utilizando #AI para discriminar funcionários
https://www.instagram.com/reel/CxLcMBJOAQ8/?igshid=MTc4MmM1YmI2Ng==
Quando vou à #Psicologia do Trabalho eu sempre acho incrível a dificuldade de achar algum trabalho sobre a história dessa área.
Há quem tenha percebido isso: https://www.medigraphic.com/pdfs/epsicologia/epi-2022/epi224zk.pdf
كلمة بكلمة، ونقطة بنقطة، في طريق السلام والعدالة.
Hitzez hitz, ituz ituz, bidezko bakerako bidean.
Palabra por palabra, punto por punto, camino a la paz y la justicia.
Word by word, point by point, on the way to peace and justice.
#palestinaaskatu #freepalestine #israel #IsraelPalestineconflict #gazastrip #nakba #justice #peace #zionismisfascism #stopmanipulation
Muito interessante como os evangélicos assumiram em seu ecossistema um discurso pró- certa idéia de Israel.
Eles não defendem a Israel real, mas certo ideário de um judaísmo branco e rico que flerta com a ideologia da prosperidade, a ultradireita e o neopentecostalismo.
Isso tem muito a ver, por exemplo, com certo esforço de igrejas como a Universal enfatizarem o Velho Testamento e a doutrina da retribuição temporal, adotando uma estética mais judaica e menos cristã, para se diferenciar da igreja católica.
Daí é a Bíblia que está se realizando, Deus é sempre pró-Israel (crença incompatível com a existência do cristianismo) e quem discorda disso é, obviamente, "de esquerda", pró-Cuba etc.
A Vivo não me enviou uma fatura em agosto. Ao invés disso, enviou um lembrete de que a fatura deveria ser paga (sem enviar a fatura).
No meio da correria, não fui procurar no imenso palheiro do "Meu Vivo", com cadastro e tudo, onde estava a fatura.
Resultado? A Vivo me cobra até hoje pela fatura que não me enviou e dificulta ver.
Fiz uma pergunta ao ChatGPT e ele respondeu certinho. Então perguntei qual foi a fonte que ele utilizou, e ele negou, dizendo que só acessa os bancos de dados aos quais foi alimentado.
Mas é óbvio que ele foi alimentado por fontes de terceiros.
Disso, o que parece interessante é uma pessoa que faz um prompt para que o ChatGPT gere um texto para ela: essa pessoa comete um duplo plágio.
O primeiro plágio é o do Chat, o qual não discrimina as fontes das quais é alimentado (e ele também poderia ser treinado para isso!).
O segundo é o do escritor, que faz passar a impressão de que o texto é dele.
Não importa se alguém diz que o Chat é um papagaio estocástico. O fato de ser um papagaio reforça a questão do plágio: mesmo quem não é papagaio é obrigado a citar a fonte - o que dispensaria o papagaio de fazer isso?
Em toda minha formação, sempre foi uma honra ser contatado por um pesquisador que trata dos mesmos assuntos que eu e oferece referências sobre o que eu tenho trabalhado, pois afinal, há uma coisa que se chama interlocução e outra chamada ineditismo.
Hoje parece haver uma questão geracional: quem recebe um contato assim se ofende.
Sou uma criatura da universidade há 25 anos e vi muita coisa evoluir, apesar das dificuldades.
Mas uma das coisas que não vi evoluir são as ementas de certos cursos de Humanidades. Simplesmente parecem uma espécie de quebra-cabeça, no qual o que a ementa diz, o que prescreve como programa e o que aponta como bibliografia são coisas que não tem nada a ver umas com as outras.
Isso, quando carregam algum sentido. Pois às vezes há erros de ortografia e até de nomes de autor.
Isso seria um comentário bobo, se não implicasse a formação de milhares (centenas de milhares?) de alunos na moenda universitária brasileira.
Agora, uma mulher com avental de dona de casa sobe numa cadeira aos berros. Como "acalmá-la"? Diz o anúncio (https://page.hn/a2z4by) da Thorazine:
> for prompt and sustained relief from severe mental and emotional stress, THORAZINE
Terceiro anúncio da Thorazina, agora para mulheres menopáuzicas (https://page.hn/o1hk0b)
Onde se lê:
> to help you relieive
the severe emotional upset
of the menopausal patient
THORAZINE*
'Thorazine' can facilitate the over-all management of your menopausal patient. Its unique, non-hypnotic tranquilizing effect relieves anxiety, tension, agitated depression and helps you to restore to the patient a feeling of well-being and a sense of belonging.
'Thorazine' is available in ampuls, tablets and syrup (as the hydrochloride), and in suppositories (as the base)
Outro anúncio da Thorazina (primeiro psicofármaco, outro nome para a Clorpromazina): https://page.hn/8aa30w
Na legenda:
THORAZINE*
HELPS TO KEEP MORE PATIENTS OUT OF MENTAL HOSPITALS
With 'Thorazine' "more patients will be released after shorter periods of hospitalization and fewer patients will require re-hospitalization. More patients can be treated in the community, at clinics or in the psychiatrist's office without being hospitalized at all.
Interesses: História da #Filosofia, História das #CiênciasHumanas, História da #Psicologia, Michel #Foucault. Também por #arte, #natureza e #fotografia.
Posto: o que vejo diante dos olhos, nessa curta vida. Compartilho links e coisas que me interessam, interajo, guardo informações, cito trechos, conjecturo, separo coisas para ler...
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