A teoria dos "recursos humanos" e da "gestão de pessoas" é um tanto curiosa. Se olharmos as "origens" dessa literatura, trata-se de uma série de pensadores de segunda (quando isso ocorreu) querendo criar teorias "científicas" num espaço que é de pura e simples manipulação de pessoas.
Que o diga a palavra "Management" (traduzida aqui por "gerência" e depois "gestão") e sua raiz, que significa a arte de tomar na mão, de manipular o cavalo, de exercitá-lo como se quer.
Daí é uma série de malentendidos até chegar no maior: o de tentar fazer que a psicologia caiba em temas absolutamente arbitrários, tais como "liderança", "motivação", "grupo" e outros. É mais um caso gritante no qual se pretende transformar simples palavras em conceitos científicos, e no pior dos sentidos.
#Napoleão parece aquele trabalho de faculdade feito na noite anterior à apresentação: aqui e ali você vê o que a coisa poderia ter sido, mas de resto é um desastre, desarticulado mas tentando convencer.
Estudos mostram que IA's médicas podem prejudicar pacientes, ao invés de auxiliá-los.
Para um anarcocapitalista isso não tem problemas, desde que os índices sejam baixos.
RT: @botPIGciencia https://mastodon.world/@botPIGciencia/111476042146585799
É assustador ver como as pessoas vivem em bolhas e assumem as bolhas como suas "verdades", recusando quem possa pensar e viver outras coisas.
Não faz muito tempo, as pessoas eram criadas e formadas por certas referências nucleares, mas havia a possibilidade de transitarem em diversos universos. Conheço inúmeras pessoas que foram do cristianismo ao Daime, ao Metal e ao budismo, formando-se como pessoas absolutamente humanas e tolerantes não importando a referência que carreguem.
Mas hoje parece que é preciso sempre bater em alguém ou, quando não, assumir uma espécie de idiotismo auto-centrado (pois "idiota" vem do grego Idios, que significa o privado, próprio, particular, aquele que impõe as próprias posições sobre os outros).
Daí às redes sociais, é um pulo: as pessoas só sabem "curtir" quem faz parte da bolha e "cancelar" quem não faz.
E daí para a doença mental é outro pulo, pois ninguém é curtido para sempre. Em suas bolhas, as pessoas criam imagens sobre si próprias e sobre os outros. Mas basta escolher qualquer teoria psicológica para constatar que imagens não duram e uma imagem só serve para ser quebrada.
Pois afinal, somos apenas seres humanos.
**Desires**
Like beautiful bodies of the dead who had not grown old
and they shut them, with tears, in a magnificent mausoleum,
with roses at the head and jasmine at the feet -
this is what desires resemble that have passed
without fulfillment; with none of them having achieved
a night of sensual delight, or a bright morning.
*Constantine P. Cavafy (1904)*
#askesisphoto #silentsunday #photographersonmastodon #sunset #landscapephotography #landscape #clouds #kavafis
@neilhimself gosh, I did not know The Sandman was a book on Politics & Government. #1 best seller in Censorship & Politics!
I would absolutely vote for The Sandman in 2024. Just sayin...
Das coisas que mais me surpreendem (e assustam) na garotada que está chegando é como elas são criadas e formadas em bolhas. É assustador. Há bolha para tudo, mas o que não há é permeabilidade entre as bolhas.
Pavlov dizia lá nos anos 1930 que havia instinto (agregado de reflexos incondicionados) para tudo: instinto alimentar, sexual, social... e ele chegou a dizer que havia até o instinto para o conhecimento e... o instinto de liberdade! Um instinto autocontraditório, mas ainda sim, um instinto.
E 100 anos depois é quase como se os jovens emulassem o que Pavlov dizia há 100 anos. Com a diferença de que Pavlov, ao menos, dizia que o homem nasceu com todos os instintos.
Hoje vi uma psicóloga de Instagram postando trivialidades idiotas em forma de meme motivacional. 25 mil curtidas.
Perfil com filmes de animal na savana ou imagens mal feitas de gregos fortões produzidas por IA.
Ela se apresenta como especialista em comportamento e põe uma paráfrase desfigurada atribuída a Freud: "a palavra cura".
Isso não é um caso isolado e sim um estado das coisas. É o psicólogo de instagram, pau pra toda obra, especialista em tudo e prêt-à-porter.
Não que essa imagem do psicólogo "capaz de tudo" já não existisse, mas ela foi como universalizada nas redes sociais. Essa gente não pode ser ignorada, mas sim combatida, e na mesma medida diária com a qual produz seus memes e posts lacradores.
"The sudden spike in #warming in 2023 comes from a combination of factors – #climatechange, a strong #ElNiño, sea ice failing to reform after winter, reduced aerosol pollution and increased solar activity. There are also minor factors such as the aftermath of the volcanic eruption near #Tonga."
French Philosopher And Author François-Marie Arouet was born #OTD in 1694. Voltaire left his mark on his era through his literary output and political commitments. His influence on the educated classes was considerable in the decades preceding the French Revolution and in the early 19th century, but diminished thereafter with the triumph of the more religious and serious Romantic movement, to which Jean-Jacques Rousseau was closer.
Voltaire at PG:
https://www.gutenberg.org/ebooks/author/913
"Earth passes 2°C of warming on hottest day ever recorded" by Michael Le Page for @newscientist
Milei e a Internacional Fascista
https://catatau.wordpress.com/2023/11/20/milei-e-a-internacional-fascista/
English Version
**Where are the universities in the Fediverse?**
Why don't universities have their own Mastodon instances yet?
Why don't students get a Mastodon handle when they enrol?
Why don't universities host lecture videos on PeerTube in the Fediverse?
There is a lot to be said for universities getting more involved in the Fediverse.
A call that can only be supported! #boost
#fediverse #university
https://netzpolitik.org/2023/a-call-to-action-universities-of-the-world-into-the-fediverse/
Interesses: História da #Filosofia, História das #CiênciasHumanas, História da #Psicologia, Michel #Foucault. Também por #arte, #natureza e #fotografia.
Posto: o que vejo diante dos olhos, nessa curta vida. Compartilho links e coisas que me interessam, interajo, guardo informações, cito trechos, conjecturo, separo coisas para ler...
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