O termo "robô" foi introduzido pelo escritor tcheco Karel Čapek em 1920 em sua peça "R.U.R." (Robôs Universais de Rossum).
No entanto, o próprio Karel Čapek admitiu que a palavra foi, na verdade, cunhada por seu irmão, o pintor e escritor Josef Čapek. Karel não tinha certeza de como nomear os trabalhadores artificiais em sua peça e consultou o irmão, que sugeriu a palavra "robô".
ORIGEM DA PALAVRA:
"Robô" vem da palavra eslava antiga "robota", que significa "trabalho", "obra" ou "servidão". Na língua tcheca da época, robota se referia ao trabalho compulsório que os camponeses eram obrigados a realizar para seus senhores feudais, trabalho forçado e não remunerado.
CONTEXTO:
Na peça R.U.R., os "robôs" não são máquinas de metal, mas seres biológicos criados artificialmente, projetados para trabalhar no lugar de humanos, algo mais parecido com os predecessores dos seres artificiais humanoides modernos.
#ai #ia #robo #robot #filosofia
Roubartilhei daqui: https://www.facebook.com/share/p/196LyALPJ4/
As #fakenews correndo soltas
É falso que Leão XIV tenha citado Bolsonaro como ‘político que defende a fé cristã’
Não há registros de que o papa tenha elogiado o ex-presidente brasileiro e se referido a ele como ‘líder latino-americano que resiste à secularização’
A dimensão racional da técnica e a modelagem da vida (Umberto Galimberti)
#filosofia #tecnologia #filosofiadatecnologia
https://www.ihuonline.unisinos.br/artigo/5732-umberto-galimberti
O nordeste supera o sul em número de startups no Brasil.
Meu artigo continua há vários dias como o mais lido de A Terra é Redonda.
Imagine só que a vida acadêmica de tantos estudantes consiste em plagiar trabalhos usando IA's que lhes roubarão os empregos.
Não deixa de ser irônico.
Historia de la Cirugía, Irissari Secot
#medicina #filosofia #historia
https://www.secot.es/media/docs/actualidad/HISTORIA_DE_LA_CIRUGIA_1505.pdf
Critique 935 – Après Canguilhem: Nouveaux dialogues entre médecine et philosophie (via @stuartelden )
« Ôtez Canguilhem et vous ne comprenez plus grand-chose à toute une série de discussions. »
Par ces mots, Michel #Foucault faisait de Georges #Canguilhem l’invisible clef de voûte de la #philosophie française. Pourtant, à son décès en 1995, l’austère historien des sciences ne nous avait légué qu’une œuvre bien circonscrite, consistant pour l’essentiel en cinq livres. Ce premier ensemble, où trônaient Le Normal et le Pathologique et La Connaissance de la vie, n’est plus que la pointe émergée d’un iceberg. Les Œuvres complètes de Canguilhem, dont le sixième volume paraît ce mois-ci, comptent désormais plusieurs milliers de pages. Renouvelé et enrichi, ce corpus modifie profondément l’image que nous nous formions de sa pensée. Trente ans après, l’œuvre de Canguilhem, plus vivante que jamais, ouvre de nouvelles pistes – à l’histoire des #sciences biologiques et médicales, mais aussi à la philosophie tout court.
Sommaire :
Thierry HOQUET : (De quoi) Canguilhem fut-il philosophe ?
ENTRETIENS
Pierre-Olivier MÉTHOT : « Canguilhem pense avant Foucault que “tout est normé dans une culture” »
Élodie GIROUX : « Canguilhem peut servir de ressource pour appréhender une médecine extrêmement technicisée »
Marie GAILLE et Agathe CAMUS : En quête de matière étrangère. La philosophie de terrain à l’épreuve des maladies chroniques
Lucie LAPLANE : PhiLabo. La philosophie dans le laboratoire
VARIA
Frédéric KECK : Portrait de René Girard en Maître Renard
Francis WOLFF : Engel lecteur de Foucault. Pour une généalogie positive
Pierre VINCLAIR : L’infra-révolutionnaire
A abordagem da imprensa sobre Israel x Hamás é totalmente EQUIVOCADA. É como se ambos estivessem em "guerra", mas isso não é correto.
Guerra se dá entre dois estados. O Hamás não é um estado.
"Guerra" dá a aparência de simetria, de dois "lados" que travam alguma espécie de duelo. Não havendo estado do Hamás, não há duelo.
O Hamás não é a Palestina, mas uma espécie de formação grupal de palestinos criada para combater os desmandos de Israel há décadas.
O Hamas não é agente, é reagente.
E também é um grupo com braços formais e informais, com braços na política e fora dela. Muita gente apoia ou simpatiza ou pode até ser contra o Hamás, mas todas essas colorações estão presentes.
No fim, o resultado não é uma guerra contra o Hamás, e sim o extermínio da Palestina.
Puxando o fio do Hamás o que se desfaz é o novelo da Palestina, não por causa dela ou de uma "simpatia" ou não para com o Hamás.
O fato é de que o Hamás consiste de palestinos. Quem é agente, nisso tudo, do caos ou da ordem, é Israel e não o Hamás.
Não que Israel não saiba disso.
Meu artigo em A Terra é Redonda:
https://aterraeredonda.com.br/a-corrosao-da-cultura-academica/
"A corrosão da cultura acadêmica"
Parece interessante. Viu essa, @jeyyadhamma ?
@PhilosophicalPsychology https://fediscience.org/@PhilosophicalPsychology/114454100883947622
Curiosidade antropológica em #Curitiba : você vai às praças de alimentação e as pessoas deixam as bolsas para "ocupar o lugar" enquanto se servem.
Mas ao sair da mesa, elas levam as bandejas aos repositórios.
Interesses: História da #Filosofia, História das #CiênciasHumanas, História da #Psicologia, Michel #Foucault. Também por #arte, #natureza e #fotografia.
Posto: o que vejo diante dos olhos, nessa curta vida. Compartilho links e coisas que me interessam, interajo, guardo informações, cito trechos, conjecturo, separo coisas para ler...
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