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Alguém aí da URSAL? @Bruiserzinha ?

Parece que a instância mudou muito, o visual está muito mais bonito!

A instância está permitindo markdown? E escrever textos mais longos?

caiu no velho redemoinho do viralatismo brasileiro: ou ela deve ser uma espécie de salvador da pátria da ciência, ou ela é charlatã. Hagiografia ou demonização. Ela não pode ser mais "apenas" uma cientista (que poderia ganhar o prêmio nobel).

Esse tipo de mecanismo é visto todo dia. Quantas vezes alguém que trabalha com pesquisa já ouviu de alguem "você deve tornar sua pesquisa visível", não pelo mérito dela - pois afinal muitos pares não lêem artigos, já que os nivelam como os seus próprios, isto é, por baixo -, e sim por comércios de influência, tapinhas nas costas e outros expedientes?

Pesquisador de realce institucional, no Brasil, não precisa muitas vezes de pesquisa excelente, ou este não é o critério principal. Precisa, em muitos contextos, de influência, de política do beija-mão.

É por isso que se vê, também, toda uma ideologia do beija-mão aplicada ao "exterior", seja entendido como a rede de contatos exterior, seja o comércio com os gringos. Tudo ocorre como na adolescência, como se o número de simpatias definisse qualidade.

É aí que Tatiana Sampaio se encontra entre o fogo e a frigideira, pois ela cruzou uma "linha perigosa". Ela fez algo que pode ser uma descoberta, algo que dispensa jogos de visibilidade. Para muitos isso é inadmissível sem os devidos beija-mãos, as devidas mediações.

Se Sampaio fez uma descoberta, ela já era corroborável com ratos há alguns anos. Pois a questão não é se pessoas podem voltar a andar, e sim se o tecido nervoso pode ser regenerado. Isso tem a importância, em , de uma lei de em .

Se o tecido nervoso pode ser regenerado pela , logo se chegará aos resultados clínicos, com ou sem Sampaio. Mas, se for assim, o mérito tem que ser dela. Isso nada tem a ver com ela não ter publicado e apenas ter enviado pre-print. Não tem a ver com o pre-print ter imprecisões locais. Ela enviou pre-print porque estava com receio de sua pesquisa ser predada por oportunistas.

E o dado é o dado, seja no pre-print ou não. Pesquisa vale em si mesma ou não vale. Grigori resolveu a conjectura de e a publicou no , isto é, como um pre-print. As pessoas aceitando ou não, os critérios formais estão ali e está publicado. Não importa mais onde foi publicado, se outro roubar a idéia, fazer correções pontuais, o que quer que seja. A descoberta é de Sampaio.

E se por algum truque do destino não o for, não é culpa dela. Pois fomos nós quem fizemos o alarde. Ela apenas protegeu sua pesquisa.

Philippe Quéau, em 1993, sobre as comunidades virtuais e a necessidade de uma . Parece uma bola de cristal.

: "na minha gestão não aumentou o desemprego, apenas o número de pessoas que buscam trabalho"

O sempre foi das elites dominantes, repressoras, sempre carregou as piores qualidades e representantes das velhas oligarquias. Foi o responsável por uma decisão: cair no ou manter o fio de democracia existente.

O STF não caiu. E o fato de estar sendo tão criticado só mostra o grau de deterioração de nossa democracia.

É interessante a reação dos ao que as escolas de tem feito. O carnaval lança ironia, o evangélico transforma em ódio.

É mais uma estratégia de para manter acesas as pautas vazias da ultradireita, ainda se aproveitando dos evangélicos descuidados.

A ver até quando dura.

Você anda na rua e as pessoas falam tanta besteira sobre política. Não há fontes, é sempre um burburinho, um depósito de rumores baseados em WhatsApp e notícias falsas.

Aí você se pergunta: o que as pessoas estão fazendo com suas vidas? Esse tempo não voltará. É uma dissipassão de energia sem sentido.

Ao menos houve algum tempo em que existiu a literatura, a ciência, a filosofia.

Estava vendo videos de na , onde alguem tem a ideia de ganhar dinheiro criando comentários genéricos com IA.

É curioso: alguém que dispensa os outros e a si próprio cria a fantasia de emular uma figura humana para faturar com os outros e si próprio.

Essas coisas de usar o outro como meio para nossos fins sempre existiu, essa redução das outras pessoas a um nada, a algo cuja única finalidade é satisfazer minhas entranhas.

O que jamais existiu é:

1) a escala em que isso é feito

2) a tentativa de tornar isso algo natural, trivial.

Jamais alguém se sentiu confortável em se reduzir a um meio para fins, e para isso a modernidade nunca parou de falar em alienação. E eis que, numa reviravolta, somos a primeira cultura na qual, ao fim, estamos nos negando como cultura.

Duas perguntas:

1) por que a invasão e controle da não é chamado de golpe?

2) o que tem acontecido na Venezuela?

São efeitos curiosos do que Giuliano da Empoli chama de "Internacional Nacionalista" (na esteira da "Internacional Fascista de ). O vínculo único que une , , , , e tantos outros é a reatividade, mas há um só mundo e tanta reatividade não sobrevive sem bater contra as outras.

bbc.com/portuguese/articles/c4

Marcio LM boosted

Para onde foram as mobilizações pela educação pública? - Le Monde Diplomatique

" O Brasil está entre as dez maiores populações em idade escolar do mundo.[1] Isso ativa o interesse de várias empresas do ramo. Ou seja, o baixo investimento em educação é parte do sistema. Em 2014, por exemplo, “o Brasil gastou cerca de R$ 495 por mês por aluno da educação básica. Esses números estão claramente inflados, mas ainda assim representam menos da metade da mensalidade de uma escola privada considerada de qualidade, correspondendo a cerca de 10% da mensalidade de uma escola de elite”.[2] O objetivo do sistema é ampliar o mercado, não atender aos interesses da população."

diplomatique.org.br/para-onde-

#educacao #escolapublica #politica

A , ligada no PR à , exibiria hoje uma reportagem sobre as de em : pessoas em situação de vulnerabilidade sendo internadas contra a vontade pelo prefeito de Curitiba, sob o pretexto de "limpar as ruas".

O tom, no anúncio, era de que as internações compulsórias são boas porque muitas pessoas estavam tão degradadas que não haveria outra opção.

O tom é inteiramente de e , dois velhos temas mais do que comprovadamente ineficazes e criticados em saúde mental.

O jornal rodou, rodou e, ao fim, o âncora anunciou que a reportagem não viria ao ar hoje, pois seria "reedit..., quer dizer, exibida, apenas amanhã" (sic.)

Das diferenças entre o e as outras regiões, uma das principais é que a lorota do "somos europeus" impede ao sulista de fazer autocrítica. Esta é sempre mais fácil nas outras regiões.

Das diferenças entre o e as outras regiões, uma das principais é que a lorota do "somos europeus" impede ao sulista de fazer autocrítica. Esta é sempre mais fácil nas outras regiões.

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