Das diferenças entre o e as outras regiões, uma das principais é que a lorota do "somos europeus" impede ao sulista de fazer autocrítica. Esta é sempre mais fácil nas outras regiões.

Das diferenças entre o e as outras regiões, uma das principais é que a lorota do "somos europeus" impede ao sulista de fazer autocrítica. Esta é sempre mais fácil nas outras regiões.

O STF entendeu em 2017 que cursos de pós-graduação lato sensu podem ser cobrados em universidades públicas.

É uma pouca vergonha. Além disso estimular muita malandragem, racha o princípio de gratuidade das universidades.

O jornal virou um programa inteiro sobre .

É a vitória da estratégia mais tosca da ultradireita: manter-se sempre na pauta entre verdades e mentiras.

Os "americanos" "libertam" o , então está perdoado conquistarem a e a .

Quando estava preso, havia amplas estratégias para o calar e acabar com sua memória.

Depois do impeachment de , houve o mesmo para apagá-la dos noticiários.

É exatamente o contráriodo que ocorre em . Ele sabe que deve dominar a pauta e sua prisão deve ser uma notícia diária.

Engraçado que só a imprensa não sabe.

O ferrou tanto com as redes sociais que até aqui, no , as pessoas usam a mesma arquitetura ferrada. Aí não dá pra "competir".

Publiquei nos últimos tempos as 5 seguintes traduções nas áreas de História da , Psicologia do , e Ética da . São elas:

A Psicologia e o Mercado, texto fundador da Psicologia Industrial, de Hugo Munsterberg (1909): zenodo.org/records/18133723

Dúvidas sobre a dos Valores (1939), texto de Émile Bréhier importante à época: zenodo.org/records/18133855

Por que é hora de colocar a ética e a humanidade no centro da educação em , por Milad Haghani, Stephan Winter e Abbas Rajabifard (texto de introdução à ética nas tecnicas): philpapers.org/rec/HAGPQW

O fim do mundo antigo, por Émile (1929), sobre o fim da ética antiga e : philpapers.org/rec/BRHOFD

O sábio antigo e o século de (1929), por Émile Bréhier, sobre a ética da clássica:
philpapers.org/rec/BRHOSA

Marcio LM boosted

O que mais impressiona na imprensa é não a ver vacinada das estratégias de informação da extrema-direita, aquelas de dominar a pauta e alternar ações concretas com boatos e bravatas.

Discutindo sobre a , pode até ser verdade que a queira em algum momento. Mas o papel concreto de lançar bravatas contra a Groenlandia, agora, é o de dividir a atenção quanto à ilegitimidade do que se faz na .

O que sempre se omite é que , como a , não tem qualquer projeto positivo para seu país. Pois a única coisa positiva é a reatividade: ser contra , "a ", "o " e outros espantalhos criados.

Questões como , , etc. não são projetos de governo. São bravatas que acabaram retroativamente colando.

Claro que algumas acabam colando bem, pois se encontram com velhos temas norte-americanos como a doutrina Monroe. O essencial, entretanto, é que se trata de um encontro de temas sob tentativa e erro e não um projeto prévio.

Pois Trump é um governo-zumbi, apenas se alimenta de cérebros. É um navio-fantasma, alimenta-se dos infelizes que o encontram.

Uma das piores coisas sobre invadindo a é a perda do senso comum. Há realmente tanta gente acreditando que Trump é bom e está nada disposta a discutir.

Marcio LM boosted

I certainly hope the EU can put the same sanctions on the US for attacking Venezuela as they did on Russia for attacking Ukraine. This is indefensible.

Marcio LM boosted
Marcio LM boosted

Alice was beginning to get very tired of sitting by her sister on the bank, and of having nothing to do:..."

Lewis Carroll’s Personal Copy of ‘Alice’s Adventures in Wonderland’ Returns to its ‘Spiritual Home’ in Oxford

The book has been donated jointly to Christ Church and the Bodleian Library, which are both part of the University of Oxford

by Sarah Kuta

smithsonianmag.com/smart-news/

Alice’s Adventures in Wonderland at PG:
gutenberg.org/ebooks/11

#books #literature

Os mantêm alianças e parcerias estratégicas com diversos países que possuem regimes autoritários ou ditatoriais, focando em interesses de segurança e economia, como Arábia Saudita, , Emirados Árabes Unidos, , e países na (como , , ) e Ásia (, ), fornecendo apoio militar ou econômico em troca de estabilidade e acesso estratégico, embora muitas vezes esses regimes reprimam a oposição, como visto historicamente no Haiti e na América Latina. 

Oriente Médio: Arábia Saudita (monarquia absolutista), Egito (regime militar), Emirados Árabes Unidos (monarquia), Bahrein (monarquia), Jordânia (monarquia).

África: Países como Chade, Gabão, Guiné, Camarões, Burundi, que tiveram golpes militares recentes e mantêm relações com potências ocidentais.

Ásia: Brunei (sultanato), Cambodja (regime autoritário).

O apoio é

- Estratégico: Combate ao terrorismo (ISIS), estabilidade regional.
- Econômico: Venda de armas, ajuda militar e econômica.

Publiquei a tradução de um dos textos fundadores da Psicologia Aplicada e da : "A e o ", de Hugo Munsterberg, de 1909.

Link atualizado: doi.org/10.5281/zenodo.1813372

Link para a ediçao completa do Boletim de Psicologia, que abriga o texto: editora.historiadapsicologia.c

O texto prenuncia "Psicologia e Eficiência Industrial", livro de Munsterberg publicado logo depois, e também outros debates, como o da científica de .

Publiquei mais uma tradução de Émile Bréhier, "Dúvidas sobre a Filosofia dos Valores, original de 1939.

Link atualizado: doi.org/10.5281/zenodo.1813385

Link para o Boletim de Psicologia, o qual abriga a tradução: editora.historiadapsicologia.c

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